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Inflama

Inflamação Crônica Subclínica

A Inflamação Crônica Subclínica é uma condição assintomática e silenciosa que pode durar décadas. Muitos não dão a devida atenção a ela, mas é considerada a principal causa de doenças crônicas degenerativas, como Alzheimer, Parkinson, Diabetes, além de artrite, problemas cardíacos, hipertensão, problemas respiratórios, câncer, entre outros males.

A inflamação é um processo natural de proteção do organismo, um recurso que nosso corpo utiliza para restabelecer a ordem quando alterada por algum motivo. A ação imediata da inflamação é benéfica e indispensável para curar as áreas afetadas.

Quando esta condição permanece por longos períodos, passa a ser prejudicial, podendo causar danos aos tecidos que a inflamação deveria curar e alteram o metabolismo do corpo a ponto de o predispor a doenças.

Alguns fatores estão constantemente associados à presença de inflamação crônica sendo os maiores culpados, o tabagismo, sedentarismo, estresse, poluição ambiental, infecções crônicas e a má alimentação, esta última responsável por uma epidemia de inflamação crônica, onde podemos citar a obesidade como um dos principais fatores desencadeadores de inflamação. O tecido adiposo secreta constantemente citocinas (moléculas envolvidas durante o desencadeamento de respostas imunes) pró-inflamatórias.

Para evitar esses danos causados a longo prazo, deve-se avaliar a intensidade, velocidade e agressividade do processo inflamatório; a partir dos resultados, o especialista pode antecipar o diagnóstico e determinar as melhores terapias (personalizadas) para reverter o quadro e ajudar a garantir a qualidade de vida do paciente.

Alguns hábitos podem ajudar na prevenção à inflamação crônica, como praticar atividade física, buscar equilíbrio emocional e cuidar da alimentação, evitando ingerir produtos industrializados, dando preferência às frutas, legumes e verduras frescas (orgânicos, sem utilização de agrotóxicos) diariamente, são medidas ideais para reprogramar epigeneticamente a saúde.

Escrito por: Olavo A. Machado
Responsáveis Téc.: Dra. Andreia Antoniolli – CRM 2668/MS

Fontes:

  • Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia: Capacidade dos biomarcadores inflamatórios em predizer a síndrome metabólica. Ana Carolina P. Volp; Rita G. Alfenas; Neuza B. Costa; Valéria R. Minim; Paulo Stringueta; Josefina Bressan. vol.52 no.3 São Paulo Apr. 2008.
  • Revista Ciência Farmácia Básica: Alterações metabólicas e inflamatórias em condições de estresse oxidativo: José Carlos Vellosa; Gisele Parabocz; Francine Manente; Josilaine Ribas; Liliane Lima. Apl., 2013.
  • Academia Longevidade Saudável.

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